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14 de abr. de 2012

Alquimia - A Origem Da Química


Alquimia -  A Origem Da Química

A palavra alquimia deriva do termo árabe al-khimia, que significa química. Esta ciência primitiva nasceu na Idade Média, defendia a crença de que há quatro elementos básicos (fogo, ar, terra e água) e três essenciais (sal, enxofre e mercúrio). Os seguidores desse princípio ficaram conhecidos como alquimistas.
Uma das ideias defendidas pelos alquimistas era a de que todos os metais evoluem até se tornarem ouro. Seria possível acelerar este processo em laboratório a partir de procedimentos químicos, como o aquecimento, por exemplo, e assim converter metais comuns em preciosos. A substância mágica que transmutaria metais era chamada de “pedra filosofal”.
A evolução da ciência mostrou que os alquimistas estavam errados quanto à obtenção de ouro. Mas não podemos desprezar o trabalho desses ancestrais, pois através de experimentos descobriram diversas substâncias e ainda colaboraram com a invenção de aparelhos instrumentais de laboratório, como, por exemplo, o banho-maria, ainda usado para aquecer misturas lentamente.
A imagem a seguir representa os conceitos da pedra filosofal.

A alquimia defendia a transmutação: transformar metais comuns (como a prata) em preciosos (como o ouro).
Outro objetivo dos alquimistas era criar um elixir, uma poção ou um metal capaz de curar todas as doenças e ainda proporcionar a imortalidade.
Fonte: Brasil Escola

Açúcar invertido


Açúcar invertido



Por que o termo “invertido” para este açúcar?
Já ouviu falar do açúcar invertido? Talvez nunca tenha ouvido falar dele, mas com certeza já o experimentou. Sabe aqueles deliciosos chocolates com recheios cremosos? Quando você os morde, o doce contido escorre pela boca, temos aí o açúcar invertido. A explicação para o termo se baseia na isomeria da molécula. Vejamos o modo de preparo deste açúcar:

O açúcar comum, conhecido como sacarose, é composto de moléculas de glicose e frutose. Se aquecermos o açúcar na presença de água ocorrerá a reação química chamada hidrólise.

Equação do processo

C12H22O11 (sacarose) + H2O (água) = C6H12O6 (glicose) + C6H12O6 (frutose) 

O procedimento provoca a quebra da sacarose em dois açúcares que formam a sua molécula: glicose e frutose. Quando esta reação ocorre com a adição de um ácido, surge uma espécie de xarope que foi batizado de açúcar invertido. O termo "invertido" decorre de uma característica física da sacarose: ela inverte o plano da luz polarizada quando submetida à análise no aparelho polarímetro (aparelho óptico que permite identificar se uma substância possui poder rotatório e se é dextrógira ou levógira).

Análise de açúcar no polarímetro 

O raio de luz polarizada que incide sobre o açúcar comum gira para a direita, ou seja, a sacarose é originalmente uma molécula dextrógira (D,+). Mas após o procedimento descrito, a luz incidente passa a ser desviada para a esquerda, portanto o açúcar invertido é levógiro (L,-).

Utilização do açúcar invertido 

Este açúcar é vastamente utilizado na fabricação de balas e biscoitos. A aplicação em balas previne a cristalização do açúcar (fator desagradável que dá ao produto a consistência arenosa e seca).

A função do açúcar invertido em biscoitos é proporcionar ao produto maciez e coloração caramelada.
 
Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

13 de abr. de 2012

QUÍMICA FAIL...


FOREVER ALONE DA QUÍMICA

EU SEI, EU SEI, que se trata de uma ligação covalente, que na verdade acontece um compartilhamento entre os átomos de Hidrogênio e Flúor, formando Ácido Fluorídrico... Mas mesmo assim não deixa se ser uma boa piada.. Trolls estão por toda parte...

"I KNOW, I KNOW, that this is a covalent bond, which actually happens a sharing between the hydrogen and fluorine atoms, forming Hydrofluoric Acid ... But it still does not let it be a good joke .. Trolls are everywhere ..."

Bebidas Energéticas: Tudo que você precisa saber.


8 de abr. de 2012

30 DICAS PARA ESCREVER BEM



Autor: Professor João Pedro da UNICAMP

1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no início das frases.

5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... então valeu!

9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.

10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.

11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem idéias próprias".

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula, pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação.

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!

25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de  frases mais  curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língua portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E  como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.

29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo!... nada de mandar esse trem... vixi... entendeu bichinho?

30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.

5 de abr. de 2012

A Origem dos nomes dos orbitais s, p, d e f


A Origem dos nomes dos orbitais s, p, d e f
Em 1937 o físico britânico A. C. Candler dividiu a história da espectroscopia em quatro períodos: acústico, das séries, quântico antigo e da mecânica quântica. O primeiro período iniciou com as medidas do comprimento de onda (analogia das ondas sonoras.) e a continuidade dos trabalhos de Boltzmann, Liveing e Dewar até 1881.   Em 1885, Johann Balmer estabelece uma fórmula emperica interralacionando as quatros linhas espectrais do hidrogênio, sugerindo o nome de séries como forma de estender esse princípio para outros elementos. No caso dos alcalis o grupo de cientístas alemãs do grupo de Heinrich Kayser e Carl Runge e também Johannes Rydberg demonstraram que estes metais possuiam três séries independentes, conhecidas como series difusas (1890).

O terceiro período foi caraterizado pela tentativa de um modelo atômico, iniciando com Bohr em 1913. Nesta época um modelo atômico consistente com as fórmulas desenvolvidas para séries espectrais foram usadas para o átomo de hidrogênio, sendo introduzida uma variedade de esquemas de quantitzações para outros átomos da tabela períodica. A mecânica quântica iniciou em 1920 com as publicações dos trabalhos de Linus Pauli, Stoner, Main Smith, estabelecendo o modelo atômico com configurações eletrônicas segundo suas relações nos períodos atômicos. Essa descoberta é normalmente atribuída a  Bohr em 1922, infelizmente isso é incorreto. Na verdade o primeiro cientísta a citar as configurações eletrônicas foi Max Born em uma trabalho publicado  em 1925  (Vorlesungen über Atommechanik), em que este cientista relaciona a configuração eletrônica com a tabela períodica. Dois anos depois Hund amplia o conceito no trabalho intitulado Linienspektren und periodisches System der Elemente (1927). Na versão de Hund, é usado o costume de Bohr de nomear as várias camadas eletrônicas e subcamadas de 31, 32, 33, etc. No seu trabalho Hund trocou os termos anteriores por uma série de notações (s, p, d e f), que eram usadas por Sommerfeld e outros para abreaviar uma série de constantes.  Assim, a partir de 1930, a notação s, p, d e f começa a ser divulgada na literatura. 
Referência:
JENSEN, W. B. The Origin of the s, p, d, f orbital labes, Journal Chemical Education, 2007, v. 84, n. 5, 757-758. 

Roupa que muda de cor


Que tal usar uma roupa que muda de cor conforme a temperatura?
O termocromismo (mudança de cor com a temperatura) pode resultar em efeitos interessantes.
Para conseguir esse efeito é necessária uma combinação de duas cores: a cor do corante do tecido, que permanece constante e um corante termocrômico. Este corante é retido em microcápsulas com líquido de poucos micrometros de diâmetro (com cobertura transparente).
O líquido é composto de um corante leuco (no caso é a CVL), um ácido fraco (1,2,3-benzotriazol) e um sal (CH3(CH2)7CHCH(CH2)7COOH3N(CH2)13CH3), dissolvidos em dodecanol. O sal tende a dissociar em amina e ácido carboxílico em altas temperaturas.
Em baixas temperaturas a cor do tecido é uma combinação da cor das microcápsulas com a cor do corante do tecido, enquanto que em altas temperaturas as cápsulas tornam-se incolores e a cor do tecido prevalece.
Na década de 80, a grife Hypercolor começou a produzir uma coleção de roupas com esse tipo de corante. Só que a tecnologia não estava bem desenvolvida e o produto perdia as propriedades de mudança de cor se não fosse corretamente manuseado, como por exemplo, lavando em água muito quente.
Recentemente uma empresa lançou este tipo de tecido para confecção de roupas para bebês, disponíveis nas cores verde, azul e vermelho, ela ficam brancas quando a temperatura do bebê passa de 37ºC indicando que o bebê está com febre. Os macacões podem ser encontrados em loja de departamento infantil pelo preço S$ 33 cada.


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