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30 de nov. de 2013

A corrida atômica

A corrida atômica

Autores: Abigail, Aqueline, Israel Lázaro, Jadson

Hoje é fácil se perceber
O que antes não se sabia
Graças a grandes homens
Através de suas ideologias
Naquele tempo passado
Deram um duro danado
Pra criar novas teorias

Pelas leis de Lavoisier
John Dalton se inspirou
Defendendo aquela ideia
Que o filosofo num “justiçou”
Que a esfera indivisível
Era a menor possível
Foi onde tudo começou

10 de mar. de 2013

POLÔNIO - PRONTO PARA MATAR



Discos com amostras de polônio, vendidos para laboratórios (Fonte da imagem: Sciene Photo Library)

O polônio possui características que o tornam perfeito para ser usado em crimes de envenenamento. Por ser um emissor de partículas alfa, a radiação do elemento possui curto alcance, sendo incapaz de atravessar paredes.
Na verdade, a radiação do polônio pode até mesmo ser interrompida por uma folha de papel ou pela camada de células mortas da nossa pele. Isso torna o “veneno” muito fácil de ser transportado, podendo ser levado, inclusive, em um pequeno pote de vidro bem fechado.
Porém, o polônio se torna letal ao ser ingerido ou inalado pelo ser humano, já que as partículas radioativas estarão, assim, em contato direto com os tecidos internos do corpo. Basta 1 micrograma de polônio 210 para matar uma pessoa de 80 kg. Com 1 grama desse elemento um terrorista poderia contaminar cerca 20 milhões de pessoas e matar pelo menos metade delas.
Sendo assim, o Po 210 acaba sendo um veneno ainda mais perigoso, já que, ao exigir uma quantia tão pequena para matar, ele se torna imperceptível para a vítima. Como se não bastasse, o polônio 210 é um elemento que evapora com facilidade, o que privilegia o seu uso na forma de gás para a contaminação de um ambiente.
O que nos deixa mais seguros é a dificuldade encontrada para se conseguir o elemento. Estima-se que a produção mundial de polônio 210 não ultrapasse 100 gramas por ano. Além disso, o polônio possui uma meia-vida muito curta, de 138 dias, e isso faz com que o elemento tenha que ser obtido e utilizado muito rapidamente.

2 de jul. de 2012

26 de jun. de 2012

A diferença entre o Diamante e o Grafite



  Quem diria que aquele lápis ou lapiseira que você usa na escola poderia ser um “parente” de uma pedra preciosa. Pois é isso mesmo! O grafite – ou grafita, nomenclatura mais usada pelos cientistas – e o diamante são minerais formados a partir do mesmo elemento químico.

24 de jun. de 2012

Mercúrio - Aprenda mais


Mercúrio  é um metal de cor prateada que possui a característica ímpar de ser o único elemento do grupo metálico a apresentar-se em condições naturais de temperatura e pressão sob forma líquida. Foi um dos primeiros elementos químicos a ser estudado desde tempos os mais remotos, inclusive pelos adeptos da alquimia, encontrado-se até no interior de tumbas egípcias. Assim, era conhecido pelos povos antigos como “ágyros khytós” (em grego, prata derretida), termo este que descreve com perfeição a aparência do metal, semelhante em aspecto e cor com o metal nobre prata.

8 de jun. de 2012

Estudando Química orgânica

Diariamente vemos formas diferentes de representar moléculas. Bond line, moléculas 3D, ou as tradicionais formas moleculares.
Cada um tem seu jeito de estudar, e eu, particularmente estudo química orgânica dessa forma, desenhando as moléculas. Na imagem abaixo está exemplificado esse método diferente, vamos ver se você sabe o nome de todas. Coloquei algumas bem fáceis nessa página... Veja se você acertou logo abaixo...

7 de jun. de 2012

5 de abr. de 2012

A Origem dos nomes dos orbitais s, p, d e f


A Origem dos nomes dos orbitais s, p, d e f
Em 1937 o físico britânico A. C. Candler dividiu a história da espectroscopia em quatro períodos: acústico, das séries, quântico antigo e da mecânica quântica. O primeiro período iniciou com as medidas do comprimento de onda (analogia das ondas sonoras.) e a continuidade dos trabalhos de Boltzmann, Liveing e Dewar até 1881.   Em 1885, Johann Balmer estabelece uma fórmula emperica interralacionando as quatros linhas espectrais do hidrogênio, sugerindo o nome de séries como forma de estender esse princípio para outros elementos. No caso dos alcalis o grupo de cientístas alemãs do grupo de Heinrich Kayser e Carl Runge e também Johannes Rydberg demonstraram que estes metais possuiam três séries independentes, conhecidas como series difusas (1890).

O terceiro período foi caraterizado pela tentativa de um modelo atômico, iniciando com Bohr em 1913. Nesta época um modelo atômico consistente com as fórmulas desenvolvidas para séries espectrais foram usadas para o átomo de hidrogênio, sendo introduzida uma variedade de esquemas de quantitzações para outros átomos da tabela períodica. A mecânica quântica iniciou em 1920 com as publicações dos trabalhos de Linus Pauli, Stoner, Main Smith, estabelecendo o modelo atômico com configurações eletrônicas segundo suas relações nos períodos atômicos. Essa descoberta é normalmente atribuída a  Bohr em 1922, infelizmente isso é incorreto. Na verdade o primeiro cientísta a citar as configurações eletrônicas foi Max Born em uma trabalho publicado  em 1925  (Vorlesungen über Atommechanik), em que este cientista relaciona a configuração eletrônica com a tabela períodica. Dois anos depois Hund amplia o conceito no trabalho intitulado Linienspektren und periodisches System der Elemente (1927). Na versão de Hund, é usado o costume de Bohr de nomear as várias camadas eletrônicas e subcamadas de 31, 32, 33, etc. No seu trabalho Hund trocou os termos anteriores por uma série de notações (s, p, d e f), que eram usadas por Sommerfeld e outros para abreaviar uma série de constantes.  Assim, a partir de 1930, a notação s, p, d e f começa a ser divulgada na literatura. 
Referência:
JENSEN, W. B. The Origin of the s, p, d, f orbital labes, Journal Chemical Education, 2007, v. 84, n. 5, 757-758. 

8 de mar. de 2012

Cientistas fazem Ferro ficar transparente

Cientistas conseguiram realizar um experimento pelo qual demonstraram
que o núcleo atômico pode se tornar transparente.

4 de mar. de 2012

Ouro Azul - As Guerras Mundiais pela Água

Ouro Azul
 As Guerras Mundiais pela Água

Informações Técnicas
Título.............: Ouro Azul - As Guerras Pela Agua
Ano................: 2008
Gênero.............: Documentário
Formato............: MP4
Resolução..........: 624x368
Qualidade..........: Dvdrip
Idioma.............: Inglês
Legenda............: Sim
Duração............: 109 Minutos
Tamanho............: 185 MB
Servidor...........: Jumbofiles

Upload.............: tOmrastaman

3 de mar. de 2012

Química – Uma História Volátil

Química – Uma História Volátil
Informações Técnicas:

Título.............: Química – Uma História Volátil
Ano................: 2010
Gênero.............: Documentário
Formato............: RMVB
Resolução..........: 640X480
Qualidade..........: DVDrip
Idioma.............: Inglês
Legenda............: Sim
Duração............: 60 Minutos
Tamanho............: 335 MB
Servidor...........: MegaUpload
Upload.............: @tomrastaman

Sinopse:A explosiva história da Química é a história dos elementos fundamentais que compõem o mundo - os elementos químicos. Do ardor do fósforo à violência do potássio, tudo é composto por elementos - a Terra na qual andamos, o ar que respiramos, até mesmo nós. Mas, durante séculos, esse mundo foi ignorado e incompreendido. Nesta série, em três partes, o professor de Física, Jim Al-Khalili, traça a história extraordinária de como os elementos foram descobertos e mapeados. Ele acompanha os passos dos pioneiros que desvendaram os segredos e criaram uma nova ciência, levando-nos à era moderna.

10 de dez. de 2011

P-Table - A Tabela Periódica Dinâmica

“Periodic Table”

O serviço PTable fornece uma tabela periódica, em versão atualizada, para você consultá-la quando precisar saber a disposição dos elementos químicos e suas respectivas famílias, exibindo informações fundamentais que os caracterizam: número atômico, massa atômica, nome e símbolo químico.

A novidade ficar por conta do dinamismo em que esses dados são apresentados. Selecionando a opção “Propriedades”, quando você clicar em um dos elementos, vão aparecer as informações quanto ao ponto de fusão e ebulição, eletronegatividade, potencial de ionização, porcentual de abundância na crosta terrestre, ano em que foi descoberto, entre muitos outros.
Propriedades do elemento químico

4 de dez. de 2011

Menor Espelho do Mundo Aprisiona os Átomos que Olham para Ele

Menor Espelho do Mundo Aprisiona os Átomos que Olham para Ele
 
www.quimicanet.wordpress.com
O espelho para átomos é gerado pelo campo magnético criado pelas paredes de domínio dentro de uma matriz ondulada de nanofios magnéticos.[Imagem: Hayward et al./JAP]
Preso no espelho
Assim como a rota dos fótons da luz pode ser dirigida para um espelho, átomos que possuem um momento magnético podem ser controlados usando um espelho magnético.
Ao contrário dos espelhos comuns, contudo, que geram uma imagem refletida, o espelho magnético em nível atômico se aproxima mais das maldições dos contos de fadas: em vez de refletidos, os átomos são aprisionados pelo espelho.
O efeito, longe de ser um encanto a ser quebrado, tem grande aplicabilidade científica, já que pode aprisionar os átomos em uma nuvem ultrafria, uma ferramenta útil tanto em pesquisas básicas de física quântica quanto em computadores quânticos.
“Nós estamos procurando meios de construir sistemas magnéticos que possam manipular átomos”, conta o Dr. Thomas Hayward, da Universidade de Sheffield, no Reino Unido. “Ao usar materiais ferromagnéticos moles, na forma de nanoestruturas, nós podemos manipular as propriedades dos materiais e guiar os átomos.”
Menor espelho do mundo
O espelho para átomos é gerado pelo campo magnético criado pelas paredes de domínio dentro de uma matriz ondulada de nanofios magnéticos – se parece complicada, veja a imagem.
Devido às ondulações do material, o campo pode ser ligado e desligado. Quando um campo magnético é aplicado perpendicularmente aos nanofios, as paredes de domínio são ligadas; quando o campo é aplicado paralelamente ao fio, o espelho é desligado.
Essencialmente, o sistema se torna um espelho lógico, com estados 0 e 1. Como o espelho aprisiona os átomos em estados ultrafrios, ele pode ser usado em experimentos de computação quântica.
“O próximo passo é despejar uma nuvem de átomos ultrafrios no espelho, para que possamos vê-los saltar,” disse Hayward.
Uma tecnologia assim poderá ser aplicada em dispositivos capazes de prender e confinar os átomos e, possivelmente, em dispositivos que utilizam átomos individuais como qubits.
Bibliografia:
Design and Characterization of a Field-Switchable Nanomagnetic Atom Mirror
Thomas J. Hayward, Adam D. West, Kevin J. Weatherill, Peter J. Curran, Paul W. Fry, Placide M. Fundi, Mike R. J. Gibbs, Thomas Schrefl, Charles S. Adams, Ifan G. Hughes, Simon J. Bending, Dan A. Allwood
Journal of Applied Physics
August 2010
Vol.: 108, 043906 (2010)
DOI: 10.1063/1.3466995

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